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	<title>Ramos Nobres Seguros</title>
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		<title>O sinistro na apólice</title>
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		<pubDate>Fri, 13 Aug 2010 17:11:39 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O sinistro na apólice de seguro: avaliação, apuração, regulação, liquidação O Sinistro representa a materialização do risco, o sinistro é a ocorrência do evento danoso previsto no contrato de seguro que obriga a empresa de seguro a pagar a indenização ao beneficiário. O sinistro na apólice de seguro: avaliação, apuração, regulação, liquidação. O Sinistro representa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img class="alignleft" src="http://4.bp.blogspot.com/_Xo819dCskRM/TA4xKBt_BOI/AAAAAAAAAJc/rrbXVyYoK7Y/s1600/contrato.jpg" alt="" width="212" height="192" />O sinistro na apólice de seguro: avaliação, apuração, regulação, liquidação</p>
<p style="text-align: justify;">O Sinistro representa a materialização do risco, o sinistro é a ocorrência do evento danoso previsto no contrato de seguro que obriga a empresa de seguro a pagar a indenização ao beneficiário.</p>
<p style="text-align: justify;">O sinistro na apólice de seguro: avaliação, apuração, regulação, liquidação.</p>
<p style="text-align: justify;">O Sinistro representa a materialização do risco, o sinistro é a ocorrência do evento danoso previsto no contrato de seguro que obriga a empresa de seguro a pagar a indenização ao beneficiário.</p>
<p style="text-align: justify;">A avaliação do sinistro é dividido em três fases:</p>
<p style="text-align: justify;">Primeiro, a apuração dos danos do sinistro, ou seja procurar a causa, a natureza e a extensão do evento danoso. Isto è feito mediante a visitoria, a consulta de registros policiais ou outros documentos e qualquer outra ação que a seguradora acha util.</p>
<p style="text-align: justify;">A regulação do sinistro, que consiste em analizar se o evento està coberto pela apólice de seguro e em definir quem será o beneficiário e qual o valor da indenização.</p>
<p style="text-align: justify;">A liquidação do sinistro, ou seja o <em><strong>pagamento da indenização ao beneficiário</strong></em>.</p>
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		<title>A apólice de seguro</title>
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		<pubDate>Fri, 13 Aug 2010 17:09:38 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A apólice de seguro é o documento principal que regula as responsabilidades e as obrigações das partes que assinam o contrato e é constituída de um documento, o contrato de seguro, proposto pela empresa de seguros e assinado pelo segurado. A apólice de seguro deve respeitar as regras impostas pela lei e pelo SUSEP, o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img class="alignleft" src="http://www.villanovacondominios.com.br/html/images/stories/apolice.jpg" alt="" width="234" height="191" />A apólice de seguro é o documento principal que regula as responsabilidades e as obrigações das partes que assinam o contrato e é constituída de um documento, o contrato de seguro, proposto pela empresa de seguros e assinado pelo segurado.</p>
<p style="text-align: justify;">A apólice de seguro deve respeitar as regras impostas pela lei e pelo SUSEP, o órgão responsável pelo controle e fiscalização dos mercados de seguro, previdência privada aberta, capitalização e seguro.<br />
Em algumas situações, principalmente nas modalidades de seguro parametrizadas pelos regulamentos de órgãos públicos ou pela lei, a apólice de seguro pode ser substituída por um bilhete de seguro, que dispensa também a obrigatoriedade da proposta de contrato.</p>
<p style="text-align: justify;">Por exemplo o DPVAT pode ser emitido como um bilhete de seguro, que substitui a apólice, junto com o Documento Único De Trânsito (DUT).</p>
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		<title>O contrato de seguro</title>
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		<pubDate>Fri, 13 Aug 2010 17:08:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ivairx</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O contrato de seguro , também chamado de apólice, consiste na transferência de um risco de um sujeito para um outro. A pessoa que transfere o risco è o segurado, a pessoa ou empresa que o está assumindo è o segurador. A apólice de seguro é um contrato em que uma pessoa representa uma garantia [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img class="alignleft" src="http://radiomisturae.bqhosthits.com/f/noticia775dfebc6034883501cda61850fe0bce.jpg" alt="" width="237" height="198" />O contrato de seguro , também chamado de apólice, consiste na transferência de um risco de um sujeito para um outro. A pessoa que transfere o risco è o segurado, a pessoa ou empresa que o está assumindo è o segurador. A apólice de seguro é um contrato em que uma pessoa representa uma garantia contra a possibilidade de ocorrência de um evento futuro e incerto que trará danos à sua propriedade, bens ou a sua saúde. A existência de um contrato de seguro é vinculada a não-controlabilidade do evento, nem por parte da seguradora ou do segurado. Esta não controlabilidade é chamada álea de risco.</p>
<p style="text-align: justify;">Através do contrato de seguro se quantifica o dano que poderia ocorrer se o evento acontecesse. Depois disso, a seguradora assume a gestão financeira do evento incerto, em troca do pagamento de um prêmio. Se o evento ocorre, a empresa pagará um montante fixo ou de uma anuidade, dependendo dos acordos que foram assinados no início do contrato de seguro.</p>
<p style="text-align: justify;">De acordo com o art.757 (1) do Novo Código Civil (NCC), a definição legal de seguro é: contrato pelo qual o segurador se obriga a garantir, contra riscos predeterminados, interesse legítimo do segurado, relativo à pessoa ou à coisa, mediante o pagamento do prêmio por este.</p>
<p style="text-align: justify;">Antes de assinar uma apólice è bem ler atentamente as condições e termos de contrato de seguro.</p>
<p style="text-align: justify;">São elementos dos contratos de seguro, entre outros:</p>
<p style="text-align: justify;">A proposta<br />
A apólice<br />
O estipulante<br />
O beneficiário<br />
A seguradora<br />
O risco<br />
O sinistro<br />
O prêmio<br />
A cobertura<br />
A carência<br />
A franquia<br />
O rateio<br />
O prazo de vigência</p>
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		<title>Bradesco Seguros é destaque na categoria Seguro e Previdência</title>
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		<pubDate>Fri, 13 Aug 2010 11:52:03 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A Bradesco Seguros é o destaque na categoria Seguro e Previdência da edição As Melhores da Dinheiro 2010. No ano passado, a arrecadação da empresa foi de R$ 26,3 bilhões. Em 2010, a seguradora espera atingir a marca de R$ 30 bilhões. Em um período marcado pelas turbulências da crise financeira, o mercado de seguros [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Bradesco Seguros é o destaque na categoria Seguro e Previdência da edição As Melhores da Dinheiro 2010. No ano passado, a arrecadação da empresa foi de R$ 26,3 bilhões. Em 2010, a seguradora espera atingir a marca de R$ 30 bilhões.</p>
<p>Em um período marcado pelas turbulências da crise financeira, o mercado de seguros brasileiro cresceu 11% em 2009. “Visto que isso ocorreu em um ano em que a economia brasileira ficou estável, para o futuro próximo existem muitas oportunidades”, afirma Marco Antonio Rossi, presidente da Bradesco Seguros.</p>
<p>A arrecadação em prêmios de todo o setor deve encerrar 2010 com a cifra recorde de R$ 130 bilhões, número que representa uma alta 20% sobre o ano passado</p>
<p>fonte:http://www.istoedinheiro.com.br/noticias/</p>
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		<title>A ação de indenização do segurado em grupo contra a seguradora prescreve em um ano</title>
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		<pubDate>Sat, 07 Aug 2010 21:39:55 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[STJ: Quarta Turma define prazo para ajuizar ação contra seguradora em caso de sinistro A ação de indenização do segurado em grupo contra a seguradora prescreve em um ano, e a contagem do prazo deve ter início a partir da data em que o segurado toma conhecimento da incapacidade, permanecendo suspenso entre a comunicação do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong id="titulo">STJ: Quarta Turma define prazo para ajuizar ação contra seguradora em caso de sinistro</strong></p>
<div id="fotoMateria" style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #666666;">A ação de indenização do segurado em grupo contra a seguradora prescreve em um ano, e a contagem do prazo deve ter início a partir da data em que o segurado toma conhecimento da incapacidade, permanecendo suspenso entre a comunicação do sinistro e a recusa do pagamento da indenização. Esse foi o entendimento unânime da Quarta Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ), ao julgar recurso interposto pelo HSBC Seguros Brasil S/A.</p>
<p>A seguradora recorreu da decisão do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) que considerou não demonstrada a prescrição do direito ao recebimento do valor de seguro por acidentes pessoais. A desembargadora relatora entendeu que se deve levar em conta a data do pedido de pagamento à seguradora, ocorrido em 10 de agosto de 2000, e não ao pedido de aposentadoria, ocorrido em 10 de maio do mesmmo ano. Portanto, haveria menos de um ano entre a data da propositura da ação (24 de agosto de 2001) e a data do pedido de pagamento.</p>
<p>Para o ministro Aldir Passarinho Junior, relator do recurso, na decisão da Justiça mineira o tempo transcorrido entre a concessão da aposentadoria do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), no dia 16 de maio, e a comunicação do sinistro à seguradora, em 10 de agosto, foram desconsiderados dois meses e 24 dias. Da negativa da seguradora, em 3 de novembro de 2000, à data da ação, em 24 de agosto de 2001, foram-se mais 9 meses e 21 dias, o que completa 1 ano e 15 dias.</p>
<p>Assim, o ministro Passarinho Junior destacou que a ação está prescrita, conforme Súmula n. 101 do STJ e o artigo 178 do Código Civil de 1916, que diz: &#8220;A ação do segurado contra o segurador e vice-versa está prescrita em um ano, contado o prazo do dia em que o interessado tiver conhecimento do mesmo fato&#8221;.</p>
<p>Fonte: Coordenadoria de Editoria e Imprensa &#8211; STJ </span></p>
</div>
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		<title>Lucro da SulAmérica recua 37,7% no trimestre, para R$ 52 milhões</title>
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		<pubDate>Sat, 07 Aug 2010 21:35:58 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[SÃO PAULO &#8211; A seguradora SulAmérica teve lucro de R$ 52 milhões no segundo trimestre, resultado que ficou 37,7% abaixo do ganho apurado um ano antes (R$ 83,4 milhões). Na comparação com o trimestre anterior, quando a companhia lucrou R$ 85,4 milhões, houve baixa de 39,1% no resultado líquido. A cifra repercute a venda ao [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">SÃO PAULO &#8211; A seguradora SulAmérica teve lucro de R$ 52 milhões no segundo trimestre, resultado que ficou 37,7% abaixo do ganho apurado um ano antes (R$ 83,4 milhões). Na comparação com o trimestre anterior, quando a companhia lucrou R$ 85,4 milhões, houve baixa de 39,1% no resultado líquido.</p>
<p style="text-align: justify;">A cifra repercute a venda ao Banco do Brasil do controle da Brasilveículos, cujos números deixaram de ser consolidados nas demonstrações financeiras a partir de janeiro. Com isso, em valores recorrentes, a receita de prêmios de seguros marcou queda de 9,8%, na comparação anual, para R$ 1,995 bilhão de abril a junho deste ano.</p>
<p style="text-align: justify;">No entanto, quando se excluem da comparação os números da Brasilveículos no ano passado (balanço pro-forma), a receita total de prêmios no segundo trimestre registra aumento de 9,4% sobre o desempenho de igual período de 2009.</p>
<p style="text-align: justify;">Nessa base de comparação, a receita de prêmios de seguro saúde subiu 15,7%, chegando a R$ 1,261 bilhão, ou 63,2% do total de prêmios.</p>
<p style="text-align: justify;">Em seguros de automóveis, a alta também foi de 15,7%, para R$ 497,3 milhões em prêmios (24,9% do total). A comparação exclui os números da Brasilveículos.</p>
<p style="text-align: justify;">De acordo com a companhia, a frota de veículos segurada atingiu 1,23 milhão de unidades em junho, com crescimento de 21,4% em relação ao mesmo mês de 2009.</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: Valor Econômico<br />
Plantão | Publicada em 06/08/2010 às 20h55m</p>
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		<title>Seminário discute o seguro rural e a proteção social</title>
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		<pubDate>Sat, 31 Jul 2010 00:32:45 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Impedir que fenômenos climáticos destruam as plantações é impossível, mas prevenir que essas perdas prejudiquem toda a sociedade é viável com a utilização do seguro rural. Para discutir o tema, em torno de 170 participantes e especialistas de diversas instituições reuniram-se nesta quinta-feira, 29 de julho, na Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img class="alignleft" src="http://www.gazeta-rs.com.br/imagens/almanaque/seguroagricola1249390137.jpg" alt="" width="340" height="255" />Impedir que fenômenos climáticos destruam as plantações é impossível, mas prevenir que essas perdas prejudiquem toda a sociedade é viável com a utilização do seguro rural. Para discutir o tema, em torno de 170 participantes e especialistas de diversas instituições reuniram-se nesta quinta-feira, 29 de julho, na Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso do Sul para o seminário “Risco e Gestão do Seguro Rural”.</p>
<p style="text-align: justify;">De acordo com o professor do Instituto de Economia da Universidade de Campinas (Unicamp) e coordenador do evento, Antônio Buainain, que pesquisa o setor rural no Brasil, o País deve se tornar nos próximos anos o grande fornecedor de alimentos e matéria prima para o mundo. Mesmo assim, a maioria dos produtores rurais ainda precisa ter a consciência do que isso representa e da importância de sua categoria para o contexto geral da sociedade, do comércio e da indústria.</p>
<p style="text-align: justify;">“Os problemas com a produção no campo não afetam apenas quem produz, mas toda a economia e a sociedade paga por isso. O produtor precisa de estabilidade, mas o clima não pode ser controlado, então é aí que aparece a necessidade do seguro”, esclarece Buainain. Ele sustenta que segurar as lavouras pode ser mais complexo, mas não menos importante. A grande diferença aqui está no fato de que as seguradoras de automóveis, por exemplo, recebem sinistros isolados, casos específicos, enquanto no meio rural, os prejuízos vem para a maioria, de uma só vez, como é o caso das catástrofes climáticas.</p>
<p style="text-align: justify;">Dados do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) mostram que a utilização do seguro-rural atingiu seu auge em 2009, quando foram feitas mais de 72 mil apólices para quase 60 mil produtores. Neste ano, o clima beneficiou a agricultura e do total de seguros, apenas pouco mais de 14 mil tiveram sinistro. A Secretária de Desenvolvimento Agrário, da Produção, da Indústria, do Comércio e do Turismo de Mato Grosso do Sul (Seprotur), Tereza Cristina, esteve presente e palestrou sobre as estratégias da agricultura para o Estado. “A utilização do seguro rural precisa ainda ser mais difundida entre os produtores. Essa vai ser a redenção da nossa agricultura”, destaca.</p>
<p style="text-align: justify;">O presidente da Famasul, Eduardo Riedel foi um dos palestrantes e apresentou alguns dados sobre as principais culturas do Estado, sendo que a soja ocupa 4,5% do território produtivo. Riedel apresentou um panorama para a utilização do seguro rural em MS, que em 2009 segurou 18% da área estadual. “O seguro para o campo é uma ferramenta importante para o produtor rural e também para a sociedade. Nosso trabalho agora é lutar para que haja uma subvenção por parte do Governo Estadual para o seguro”, aponta.</p>
<p style="text-align: justify;">Representando a Escola Nacional de Seguros (Funenseg), o professor Bruno Kelly falou da grande dificuldade que é chegar a um sistema de seguros eficaz, que se baseie em acontecimentos incertos, previdência e mutualismo. “Quem paga os sinistros não são as seguradoras, mas sim o segurados, que formam uma espécie de associação. A função da gerenciadora é apenas de gerir os valores”, explica.</p>
<p style="text-align: justify;">O evento apresentou também outras questões referentes ao seguro rural como sua operacionalização, o papel das cooperativas nesse assunto, a comercialização de apólices e as visões de produtores em relação ao assunto. O seminário é uma realização da Famasul em parceria com a Escola Nacional de Seguros (Funenseg), Universidade de Campinas (Unicamp), Embrapa Agropecuária Oeste e Sindicato dos Corretores de Seguros (Sincor-MS).</p>
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		<title>Projeto de estatal de seguros confronta governo e mercado</title>
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		<pubDate>Sat, 31 Jul 2010 00:27:56 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[projeto de lei da nova estatal, cujos detalhes devem ser conhecidos nos próximos dias, opõe governo e empresas do setor, para quem a iniciativa é preocupante]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img class="alignleft" src="http://2.bp.blogspot.com/_oJTA4FleN6Y/SkirjTW6CtI/AAAAAAAAAoA/TDBVIcoPwd8/s400/Sa%25C3%25BAde%2BSUS%2Bna%2Bmaca.jpg" alt="" width="400" height="310" />O governo brasileiro espera convencer o mercado privado e congressistas de que uma seguradora estatal é necessária para a realização de grandes obras de infraestrutura no país, que deverão consumir R$ 200 bilhões nos próximos seis anos.</p>
<p style="text-align: justify;">O projeto de lei da nova estatal, cujos detalhes devem ser conhecidos nos próximos dias, opõe governo e empresas do setor, para quem a iniciativa é preocupante.</p>
<p style="text-align: justify;">A avaliação da equipe econômica é de que as seguradoras privadas poderão não dar conta de um volume significativo de novos projetos de infraestrutura, em função da Copa de 2014 e das Olimpíadas de 2016 &#8211; além das obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e da exploração da camada pré-sal.</p>
<p style="text-align: justify;">A ideia da Empresa Brasileira de Seguros (EBS), no entanto, desagradou o setor, que vem negociando diretamente com o Ministério da Fazenda uma forma de restringir a atuação da estatal a segmentos mais específicos.</p>
<p style="text-align: justify;">Entidades como a Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada, Vida, Saúde Suplementar e Capitalização (CNSeg) argumentam que a concorrência com uma estatal poderá gerar &#8220;insegurança&#8221; entre as empresas, que investiram no mercado brasileiro em um cenário de &#8220;livre mercado&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">Ao mesmo tempo, as seguradoras privadas dizem que &#8220;nenhuma obra&#8221; deixou de ser feita no país por falta de seguro e que o setor tem &#8220;tamanho e capacidade&#8221; para cobrir os novos investimentos, sobretudo em função da chegada de multinacionais nos últimos anos.</p>
<p style="text-align: justify;">Diante da pressão do setor privado, o governo brasileiro desistiu de criar a nova estatal por meio de medida provisória &#8211; e deverá anunciar em breve o texto de um projeto de lei.</p>
<p style="text-align: justify;">Concorrência</p>
<p style="text-align: justify;">Um representante do Ministério da Fazenda disse à BBC Brasil que a pasta ainda não definiu o modelo ou o tamanho da estatal, mas que o objetivo não é o de &#8220;concorrer&#8221; com o setor privado.</p>
<p style="text-align: justify;">A ideia, segundo essa mesma fonte, é que a estatal possa ficar em &#8220;modo de espera&#8221;, atendendo apenas aos projetos que não interessarem às seguradoras privadas.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Estamos falando de um volume considerável de novos investimentos. E os contratantes não podem correr o risco de ficar sem cobertura para essas obras&#8221;, diz o técnico da Fazenda.</p>
<p style="text-align: justify;">Os empresários do setor, por sua vez, dizem que esse argumento &#8220;não faz sentido&#8221; e garantem que estarão capitalizados para atender à maior demanda por seguros.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Se atendemos ao mercado europeu, americano e asiático, por que não teríamos capacidade para atender ao mercado brasileiro?&#8221;, questiona o presidente da Associação Brasileira de Resseguros (Aber), Paulo Cesar Pereira Reis.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo ele, o fim do monopólio estatal no setor de resseguros (operação conhecida como &#8220;seguro do seguro&#8221;) no país, em 2008, foi um dos fatores que deram &#8220;fôlego&#8221; a esse mercado nos últimos anos.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;No setor de resseguro, por exemplo, são 81 empresas estrangeiras atuando no Brasil. A preocupação do governo não faz sentido&#8221;, diz.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8216;Falhas&#8217;</p>
<p style="text-align: justify;">O professor da Faculdade de Economia da Universidade de Brasília José Luís Oreiro diz que a criação de uma estatal &#8220;nem sempre&#8221; deve ser vista como um fato negativo.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;A teoria econômica já demonstrou, há uns 30 anos, que existem falhas de mercado que exigem a intervenção do governo&#8221;, diz.</p>
<p style="text-align: justify;">Para Oreiro, o setor de seguros tem falhas em função de &#8220;muita assimetria de informação&#8221; &#8211; situação em que os agentes de mercado não compartilham todos das mesmas informações.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Precisamos lembrar que tivemos grandes seguradoras envolvidas diretamente na crise financeira internacional. Ter uma seguradora estatal pode contribuir para a solidez do sistema financeiro&#8221;, acrescenta o professor da UnB.</p>
<p style="text-align: justify;">Já o advogado e especialista em seguros Iland Goldberg diz que os &#8220;benefícios&#8221; gerados com o fim do monopólio estatal no mercado de resseguros são uma &#8220;prova&#8221; de que o setor está &#8220;funcionando bem&#8221;. Para ele, a criação de uma estatal de seguros é &#8220;totalmente dispensável&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;O governo já tem à sua disposição mecanismos de mercado que podem ajudam a capitalizar o mercado de seguros. Não precisa criar uma nova empresa&#8221;, diz.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Uma nova estatal significa uma nova estrutura, contratações de servidores, orçamento próprio, enfim, é mais um custo desnecessário para o contribuinte&#8221;, acrescenta.</p>
<p style="text-align: justify;">Projetos sociais</p>
<p style="text-align: justify;">Outra preocupação do governo é com os projetos de interesse sócio-econômicos, como habitação para pessoas de baixa renda e crédito para pequenos empresários.</p>
<p style="text-align: justify;">A avaliação é de que, nesses casos, a seguradora privada pode não ter interesse em cobrir o risco da operação, sobretudo em um cenário de &#8220;excesso&#8221; de projetos, justificando assim a atuação direta da seguradora do governo.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Esse assunto da criação da estatal ainda vai para o Congresso, onde teremos a chance de discutir cada detalhe em profundidade&#8221;, diz o representante da Fazenda.</p>
<p style="text-align: justify;">Um dos objetivos dos empresários que estão em negociação com o Ministério é que a estatal tenha uma atuação mais específica e que o texto do projeto de lei deixe &#8220;claro&#8221; em que nichos o governo pretende atuar. BBC Brasil &#8211; Todos os direitos reservados. É proibido todo tipo de reprodução sem autorização por escrito da BBC.</p>
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		<title>Liberty monta esquema especial para atender segurados vítimas de vendaval no sul do país</title>
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		<pubDate>Sat, 31 Jul 2010 00:26:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ivairx</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img class="alignleft" src="http://i2.r7.com/data/files/2C92/94A3/2400/7DA3/0124/0116/DFEF/1D96/homem-conserta-telhado-tapejara-m-20090927.jpg" alt="" width="450" height="338" />Em decorrência do forte vendaval de mais de 100 quilômetros por hora que atingiu dezenas de casas nas cidades de Canela e Gramado, região sul do país, no último dia 21, a Liberty Seguros montou um esquema emergencial para atender os sinistros. Todos os atendimentos e vistorias para verificação de prejuízos foram realizados em 48 horas e mais de 50% das indenizações já foram realizadas. Os principais motivos dos sinistros, segundo a companhia, foram destelhamento de casas, comércios, hotéis e construções em geral, seguido por danos elétricos a equipamentos. Os casos mais complexos aguardam a apresentação dos valores dos prejuízos e também serão concluídos com a máxima urgência.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo Luiz Francisco Minarelli Campos, diretor de Sinistros da companhia, os prejuízos devem ser da ordem de R$ 400 mil. A rapidez na definição dos prejuízos e nas indenizações possibilitaram aos segurados que retomassem com rapidez as suas atividades cotidianas.</p>
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		<title>SulAmérica cria fundo para investidores estrangeiros com distribuição global</title>
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		<pubDate>Sat, 31 Jul 2010 00:25:20 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A SulAmérica Investimentos, unidade de negócios especializada em gestão de recursos de terceiros do grupo SulAmérica, lança o fundo de ações ING Brazil Focus Equity Strategy, em parceria com o ING. O novo produto será distribuído globalmente pela estrutura do ING IM Americas, que possui canais de distribuição em mais de 20 países da América, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A SulAmérica Investimentos, unidade de negócios especializada em gestão de recursos de terceiros do grupo SulAmérica, lança o fundo de ações ING Brazil Focus Equity Strategy, em parceria com o ING. O novo produto será distribuído globalmente pela estrutura do ING IM Americas, que possui canais de distribuição em mais de 20 países da América, Europa, Ásia e Oriente Médio, e é destinado a investidores pessoa física (varejo) e institucionais.</p>
<p style="text-align: justify;">A SulAmérica Investimentos atuará como advisory do fundo, selecionando as melhores oportunidades de investimento do mercado brasileiro.</p>
<p style="text-align: justify;">Inicialmente, os setores priorizados serão os ligados às commodities (energia), setor financeiro e consumo interno (varejo), incluindo ações small e mid caps.</p>
<p style="text-align: justify;">O ING Brazil Focus Equity Strategy é a segunda investida da SulAmérica Investimentos junto aos investidores estrangeiros. Em abril deste ano, a gestora lançou seu primeiro fundo internacional, o ING Brazil, em parceria com o ING de Taiwan, voltado especificamente para os investidores da ilha. O fundo captou US$ 170 milhões (cerca de R$ 300 milhões) apenas nos primeiros 15 dias, com perfil de investidores concentrado no segmento de pessoa física.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Os resultados do fundo de Taiwan confirmam o alto interesse do investidor estrangeiro pelo Brasil. É um público que enxerga claramente as boas oportunidades que a economia brasileira apresenta e por isso acreditamos que a captação do novo fundo será ainda mais expressiva, uma vez que investidores de todo o mundo terão acesso ao produto&#8221;, comenta o vice-presidente da empresa, Marcelo Mello. A gestora espera chegar a US$ 1 bilhão em captação no período de 24 meses</p>
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